terça-feira, 18 de março de 2014

III CLUBE DE LEITURA

Olá personas.

Esse post é direcionado à turma do 2º ano de Eletro, mas fiquem à vontade...

Bem, com relação ao nosso 1º clube de leitura do ano, os livros que podem ser escolhidos são estes:





·         1. As viagens de Marco Pólo (Marco Polo)
·         2. Invenção do mar (Geraldo Mello Mourão)
·         3. Sonetos para amar (Luís de Camões)
·         4. A América que os europeus encontraram (Enrique Perigalli)
·         5. Terra à vista (Eduardo Bueno)
·         6. Caramuru (José de Santa Rita Durão)
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Existem alguns livros que já estão neste blog:

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quinta-feira, 13 de março de 2014

HÁ ALGO DE ERRADO COM OS ADOLESCENTES (leitores) DE HOJE?





Há quanto tempo que eu não posto nada, desculpem minha ausência e voltemos às leituras das mais variadas formas. 

Ultimamente estou visitando bastante o site http://literatortura.com/ e recomendo muito que vocês visitem-no, esse vídeo em especial é uma reflexão para nossas leituras.


Bjos e divirtam-se.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A chuva no meu sertão

Esta é uma poesia de um aluno do 1º ano de Eletrotécnica, disse que iria postar aqui e aí está



A chuva no meu sertão

O sol é muito quente
Ao meio dia é de rachar
A cada dia esquenta mais
Parece que nunca há de esfriar

Não existe mais plantação
Nem um grão veio a brotar
Morrendo assim animais
A água estando a acabar

Gente passando sede
Doendo alma e coração
Pedindo água todos os dias
Para melhorar o sertão

A seca gera mais pobreza
Morte e destruição
Sofrimento e a fome

De gente desse mundão

Wesley Leal

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Cultura de massa

Estava lendo um texto e me deparei com uma discussão muito feliz sobe a cultura de massa, gostaria de compartilhá-la com vocês...


Com seus produtos, a indústria cultural busca reforço das normas sociais, repetidas até a exaustão e sem discussão. Em consequência, tem uma outra função: a de promover o conformismo, a alienação. Ela fabrica seus produtos, cuja finalidade é a de serem trocados por moeda; promove a deturpação e a degradação do gosto popular; simplifica ao máximo seus produtos, para obter uma atitude sempre passiva do consumidor; assume uma atitude paternalista, dirigindo o consumidor ao invés de colocar-se a sua disposição.

A cultura de massa da globalização é padronizada, monofônica, homogênea e pausterizada, a ponto de alguns estudiosos da globalização falarem de Mundo Mc, de “mcdonaldização” da cultura, tendo como centro dominante e irradiador o ocidente, branco, masculino, heterossexual, norte-americano: cultura da rapidez, da instantaneidade. 


Roxane Rojo (2009)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Encontro em Vinícius de Moraes

Essa postagem surge como uma homenagem e rememoração do SaliPicos... Lá, dentre tantos momentos idílicos, pude mediar uma palestra/aula do meu eterno Professor Luiz Romero sobre Vinícius de Moraes.



O poeta

Rio de Janeiro

A vida do poeta tem um ritmo diferente
É um contínuo de dor angustiante.
O poeta é o destinado do sofrimento
Do sofrimento que lhe clareia a visão de beleza
E a sua alma é uma parcela do infinito distante
O infinito que ninguém sonda e ninguém compreende.

Ele é o etemo errante dos caminhos
Que vai, pisando a terra e olhando o céu
Preso pelos extremos intangíveis
Clareando como um raio de sol a paisagem da vida.
O poeta tem o coração claro das aves
E a sensibilidade das crianças.
O poeta chora.
Chora de manso, com lágrimas doces, com lágrimas tristes
Olhando o espaço imenso da sua alma.
O poeta sorri.
Sorri à vida e à beleza e à amizade
Sorri com a sua mocidade a todas as mulheres que passam.
O poeta é bom.
Ele ama as mulheres castas e as mulheres impuras
Sua alma as compreende na luz e na lama
Ele é cheio de amor para as coisas da vida
E é cheio de respeito para as coisas da morte.
O poeta não teme a morte.
Seu espírito penetra a sua visão silenciosa
E a sua alma de artista possui-a cheia de um novo mistério.
A sua poesia é a razão da sua existência
Ela o faz puro e grande e nobre
E o consola da dor e o consola da angústia.

A vida do poeta tem um ritmo diferente
Ela o conduz errante pelos caminhos, pisando a terra e olhando o céu
Preso, eternamente preso pelos extremos intangíveis.
Quer ler mais de Vinícius? Então visite o site http://www.viniciusdemoraes.com.br/site/article.php3?id_article=16