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terça-feira, 7 de maio de 2019

PROGRAMA EDUCAR TV - 19.08.2018- Entrevista prêmio inovação para educação profissonal.





Estava aqui atualizando o Currículo Lattes quando me dei conta que não publiquei essa entrevista aqui no blog, que coisa. 
Ano passado fiz uma matéria para o programa Educar, TV Bandeirantes, afiliada do Piauí sobre o prêmio que ganhei ao propor aliar Realidade Aumentada à Literatura. 
Demorou, mas está aqui... 
A entrevista começa mais ou menos aos 11 minutos e 30 segundos de programa.
Tem um nervosismo de marinheira de primeira viagem, perdoem...
Muito grata com os resultados desse projeto 😊

sexta-feira, 5 de maio de 2017

10 Melhores lugares do mundo para os booklovers



Se você gosta de uma boa leitura, um lugar sossegado e com muitooooos exemplares para debruçar sobre eles, esse post é pra você. 

Faz um tempo o Yahoo selcionou 10 lugares do mundo com grandes acervos e ambientes muito particulares para aquela nossa leitura de cada dia... Confere aí...




https://br.noticias.yahoo.com/fotos/10-lugares-no-mundo-para-voc%C3%AA-que-adora-livros-slideshow/photo-livraria-em-yale-nos-estados-unidos-photo-919242485.html

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A chuva no meu sertão

Esta é uma poesia de um aluno do 1º ano de Eletrotécnica, disse que iria postar aqui e aí está



A chuva no meu sertão

O sol é muito quente
Ao meio dia é de rachar
A cada dia esquenta mais
Parece que nunca há de esfriar

Não existe mais plantação
Nem um grão veio a brotar
Morrendo assim animais
A água estando a acabar

Gente passando sede
Doendo alma e coração
Pedindo água todos os dias
Para melhorar o sertão

A seca gera mais pobreza
Morte e destruição
Sofrimento e a fome

De gente desse mundão

Wesley Leal

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Cultura de massa

Estava lendo um texto e me deparei com uma discussão muito feliz sobe a cultura de massa, gostaria de compartilhá-la com vocês...


Com seus produtos, a indústria cultural busca reforço das normas sociais, repetidas até a exaustão e sem discussão. Em consequência, tem uma outra função: a de promover o conformismo, a alienação. Ela fabrica seus produtos, cuja finalidade é a de serem trocados por moeda; promove a deturpação e a degradação do gosto popular; simplifica ao máximo seus produtos, para obter uma atitude sempre passiva do consumidor; assume uma atitude paternalista, dirigindo o consumidor ao invés de colocar-se a sua disposição.

A cultura de massa da globalização é padronizada, monofônica, homogênea e pausterizada, a ponto de alguns estudiosos da globalização falarem de Mundo Mc, de “mcdonaldização” da cultura, tendo como centro dominante e irradiador o ocidente, branco, masculino, heterossexual, norte-americano: cultura da rapidez, da instantaneidade. 


Roxane Rojo (2009)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Texto de Fabrício Carpinejar

Eu sou o melhor no que faço, mas o que eu faço não é nada bonito.

Meu pai me chama de Wolverine. É o nosso apelido secreto.

Não tenho o queixo quadrado e a baixa estatura do desenho da Marvel Comics. Muito menos a suíça e o cabelo alvoroçado do ator Hugh Jackman, que interpreta o herói no cinema. A referência física não contribui para nossas semelhanças.

Ele me compara ao personagem pelo meu alto poder de cicatrização. Eu me desespero e logo ressuscito, eu caio e logo levanto.

Não morro de uma única vez. Não desisto. Não me entrego mesmo que não veja a saída. Quando não há porta, eu espero no escuro até ser a porta.

A ansiedade que me enerva acaba por aumentar minha vontade de ver de novo a luz.

Tenho fúria de viver.

Não há perda que seja total. Alguém pode me machucar terrivelmente, mas não me leva. Posso permanecer sequelado, mas sei cavar a terra por dentro da terra. Penso nos filhos, penso nos amigos, penso na literatura e sigo adiante. Cambalear ainda é caminhar. A chuva lava minha ferida e o vento seca.

A carne da memória se recompõe de algum jeito. Talvez seja um excesso de sofrimento na infância que me preparou para o pior no futuro.

Eu sobrevivi a tanta coisa.

Sobrevivi ao bullying na escola, ao pessoal me chamando de ET e monstro todo dia durante o ensino fundamental.

Sobrevivi à resistência dos médicos que juravam que tinha algum retardo mental.

Sobrevivi à desistência dos professores com meu desempenho.

Sobrevivi à traição de amigos.

Sobrevivi às drogas para ser aceito na roda dos adultos.

Sobrevivi à briga de rua.

Sobrevivi a uma tentativa de suicídio na adolescência.

Sobrevivi a enterros de jovens amigos.

Sobrevivi a três acidentes de carro.

Sobrevivi a três separações.

Sobrevivi ao vício do cigarro.

Sobrevivi a dois assaltos a mão armada.

Sobrevivi a várias demissões.

Sobrevivi ao distanciamento de meus dois irmãos amados.

Sobrevivi, vou sobreviver, mesmo que não acredite na hora.

Só não entendia onde meu pai enxergava as garras retráteis de Logan.

– E as garras das mãos, pai?

– São as palavras, meu filho. Você se defende com a linguagem ou se agarra nela para não morrer.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Um pouco de poesia para acalentar nossos corações

                                       



Os poemas


Os poemas são pássaros

que chegam não se sabe de onde 

e pousam no livro que lês. 

Quando fechas o livro, 

eles alçam vôo como de um alçapão.

Eles não têm pouso nem porto;

alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.

E olhas, então, essas tuas mãos vazias,

no maravilhado espanto de saberes 

que o alimento deles já estava em ti...


Mário Quintana

terça-feira, 9 de julho de 2013

Poesia para além ...


Esse link é o endereço eletrônico de um poeta- Antero de Aldo- que escreve poesias bem diferentes daquelas que conhecemos. Suas palavras são para ler, sentir,  visualizar e interagir...

http://www.anterodealda.com/antologia.htm

E aqui um pouco do que vocês podem conferir ...


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Feliz dia dos n-amor-ados



Há certas horas, em que não precisamos de um Amor... Não precisamos da paixão desmedida... Não queremos beijo na boca...E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...
Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...
Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...
Alguém que ria de nossas piadas sem graça...Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...Que nos teça elogios sem fim...E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade inquestionável...
Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...Alguém que nos possa dizer: -Acho que você está errado, mas estou do seu lado...
Ou alguém que apenas diga: -Sou seu amor! E estou Aqui!
(William Shakespeare)