quinta-feira, 13 de março de 2014
HÁ ALGO DE ERRADO COM OS ADOLESCENTES (leitores) DE HOJE?
Há quanto tempo que eu não posto nada, desculpem minha ausência e voltemos às leituras das mais variadas formas.
Ultimamente estou visitando bastante o site http://literatortura.com/ e recomendo muito que vocês visitem-no, esse vídeo em especial é uma reflexão para nossas leituras.
Bjos e divirtam-se.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Dyonélio Machado
Convido vocês a conhecerem um pouco da obra de Dyonélio Machado por uma perspectiva histórica...
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
A chuva no meu sertão
Esta é uma poesia de um aluno do 1º ano de Eletrotécnica, disse que iria postar aqui e aí está
A chuva no meu sertão
O
sol é muito quente
Ao
meio dia é de rachar
A
cada dia esquenta mais
Parece
que nunca há de esfriar
Não
existe mais plantação
Nem
um grão veio a brotar
Morrendo
assim animais
A
água estando a acabar
Gente
passando sede
Doendo
alma e coração
Pedindo
água todos os dias
Para
melhorar o sertão
A
seca gera mais pobreza
Morte
e destruição
Sofrimento
e a fome
De
gente desse mundão
Wesley Leal
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Cultura de massa
Estava lendo um texto e me deparei com uma discussão muito feliz sobe a cultura de massa, gostaria de compartilhá-la com vocês...
Roxane Rojo (2009)
Com seus produtos, a indústria cultural busca reforço das
normas sociais, repetidas até a exaustão e sem discussão. Em consequência, tem
uma outra função: a de promover o conformismo, a alienação. Ela fabrica seus
produtos, cuja finalidade é a de serem trocados por moeda; promove a deturpação
e a degradação do gosto popular; simplifica ao máximo seus produtos, para obter
uma atitude sempre passiva do consumidor; assume uma atitude paternalista,
dirigindo o consumidor ao invés de colocar-se a sua disposição.
A cultura de massa da globalização é padronizada,
monofônica, homogênea e pausterizada, a ponto de alguns estudiosos da
globalização falarem de Mundo Mc, de “mcdonaldização” da cultura, tendo como
centro dominante e irradiador o ocidente, branco, masculino, heterossexual,
norte-americano: cultura da rapidez, da instantaneidade.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Encontro em Vinícius de Moraes
Essa postagem surge como uma homenagem e rememoração do SaliPicos... Lá, dentre tantos momentos idílicos, pude mediar uma palestra/aula do meu eterno Professor Luiz Romero sobre Vinícius de Moraes.
O poeta
Rio de Janeiro
A vida do poeta tem um ritmo diferente
É um contínuo de dor angustiante.
O poeta é o destinado do sofrimento
Do sofrimento que lhe clareia a visão de beleza
E a sua alma é uma parcela do infinito distante
O infinito que ninguém sonda e ninguém compreende.
Ele é o etemo errante dos caminhos
Que vai, pisando a terra e olhando o céu
Preso pelos extremos intangíveis
Clareando como um raio de sol a paisagem da vida.
O poeta tem o coração claro das aves
E a sensibilidade das crianças.
O poeta chora.
Chora de manso, com lágrimas doces, com lágrimas tristes
Olhando o espaço imenso da sua alma.
O poeta sorri.
Sorri à vida e à beleza e à amizade
Sorri com a sua mocidade a todas as mulheres que passam.
O poeta é bom.
Ele ama as mulheres castas e as mulheres impuras
Sua alma as compreende na luz e na lama
Ele é cheio de amor para as coisas da vida
E é cheio de respeito para as coisas da morte.
O poeta não teme a morte.
Seu espírito penetra a sua visão silenciosa
E a sua alma de artista possui-a cheia de um novo mistério.
A sua poesia é a razão da sua existência
Ela o faz puro e grande e nobre
E o consola da dor e o consola da angústia.
A vida do poeta tem um ritmo diferente
Ela o conduz errante pelos caminhos, pisando a terra e olhando o céu
Preso, eternamente preso pelos extremos intangíveis.
É um contínuo de dor angustiante.
O poeta é o destinado do sofrimento
Do sofrimento que lhe clareia a visão de beleza
E a sua alma é uma parcela do infinito distante
O infinito que ninguém sonda e ninguém compreende.
Ele é o etemo errante dos caminhos
Que vai, pisando a terra e olhando o céu
Preso pelos extremos intangíveis
Clareando como um raio de sol a paisagem da vida.
O poeta tem o coração claro das aves
E a sensibilidade das crianças.
O poeta chora.
Chora de manso, com lágrimas doces, com lágrimas tristes
Olhando o espaço imenso da sua alma.
O poeta sorri.
Sorri à vida e à beleza e à amizade
Sorri com a sua mocidade a todas as mulheres que passam.
O poeta é bom.
Ele ama as mulheres castas e as mulheres impuras
Sua alma as compreende na luz e na lama
Ele é cheio de amor para as coisas da vida
E é cheio de respeito para as coisas da morte.
O poeta não teme a morte.
Seu espírito penetra a sua visão silenciosa
E a sua alma de artista possui-a cheia de um novo mistério.
A sua poesia é a razão da sua existência
Ela o faz puro e grande e nobre
E o consola da dor e o consola da angústia.
A vida do poeta tem um ritmo diferente
Ela o conduz errante pelos caminhos, pisando a terra e olhando o céu
Preso, eternamente preso pelos extremos intangíveis.
Quer ler mais de Vinícius? Então visite o site http://www.viniciusdemoraes.com.br/site/article.php3?id_article=16
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Empréstimo 1º Eletrotécnica
Olá alunos do 1º ano de Eletrotécnica!
Como vocês solicitaram, está aqui o material relacionado a nossa aula.
Como vocês solicitaram, está aqui o material relacionado a nossa aula.

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